Renovado, ‘Banespão’ reabre com onze andares de atrações

Fechado há dois anos para reforma, o Edifício Altino Arantes agora é Farol Santander e conta com pista de skate, mostra de Vik Muniz e loft de luxo

Por Ana Carolina Soares


Edifício Altino Arantes, que reabre após dois anos sob o 
nome Farol Santander (Leo Martins. Agradecimento: 
Condomínio Prédio Martinelli/Veja SP)

Erguido em 1947 para abrigar a sede do Banco do Estado de São Paulo (Banespa), o Edifício Altino Arantes, no centro, recebeu o nome do então presidente da instituição. 

Nos anos seguintes, o local acabou sendo rebatizado pelos paulistanos com apelidos como “Banespão” ou “nosso Empire State”, esse último em referência ao arranha-céu nova-iorquino que serviu de inspiração para o arquiteto Plínio Botelho do Amaral.

Com 35 andares e 161 metros de altura, o prédio virou cartão-postal da metrópole e manteve durante mais de uma década o posto de construção mais alta da cidade — perdeu a liderança em 1960, para os 170 metros do Condomínio Mirante do Vale, no Vale do Anhangabaú. 

Em 2000, ao adquirir a antiga instituição financeira, o Santander tornou-se o dono do imóvel e manteve a concorrida visita ao mirante. 

Em junho de 2015, no entanto, a empresa fechou o lugar para iniciar uma reforma.

Na quinta (25), dia do 464º aniversário de São Paulo e poucos meses depois de o edifício completar setenta anos, esse ícone paulistano recebe nome e visual novos. 

Às 20h30, 124 luminárias serão acesas no seu topo para marcar a inauguração do Farol Santander, um centro de empreendedorismo, cultura e lazer. 

Na sexta, o local abre as portas ao público (a capacidade máxima é de 800 visitantes por dia).


O campeão mundial Bob Burnquist projetou uma pista de street 
(Leo Martins/Veja SP)

Se antes havia apenas o mirante do 26º piso, agora ele vai oferecer onze andares para visitação, com atrações para todos os gostos, como um museu com a história do Banespão, exposições de arte, palestras sobre empreendedorismo, um loft e até uma pista de skate. 

Estima-se que o projeto tenha consumido mais de 30 milhões de reais, informação não confirmada pelo banco.

A decisão de tirar os escritórios de lá surgiu em janeiro do ano passado. 

Desde então, uma equipe de aproximadamente 2 000 pessoas tocou diversas obras de restauração e instalação de novos ambientes no espigão, tombado desde 2014 pelo conselho estadual de patrimônio histórico, o Condephaat. 

Há diferentes modos de usufruir o lugar. O mais simples é optar pelo tradicional passeio ao mirante, por 15 reais (entradas podem ser adquiridas na portaria ou pelo site www.farolsantander.com.br).

De lá é possível desfrutar uma visão de 360 graus, com direito à observação da Serra do Mar, do Pico do Jaraguá, de prédios da Avenida Paulista e das principais construções do centro, região que vem passando nos últimos anos por um processo de revitalização. 

Todos esses pontos estarão sinalizados em novas placas de vidro, para aumentar a segurança e facilitar a orientação dos visitantes. 

O espaço também ganhou uma unidade do Suplicy Cafés Especiais, que oferecerá almoço executivo (a partir de 42 reais), brunch nos fins de semana (a partir de 65 reais) e drinques.


O ponto turístico ganhou vidros com sinalização das atrações 
da cidade (Leo Martins/Veja SP)

As demais atrações são divididas em quatro eixos: memória, arte, lazer e empreendedorismo. 

No caso do primeiro, há um roteiro para visitação a quatro andares (custa 17 reais e inclui a ida ao mirante). 

O tour começa no 2º andar, onde um vídeo apresenta a história do prédio. 

No 3º, um painel interativo resgata a história do nosso dinheiro, dos réis ao real. 

O 4º traz uma exposição permanente do artista Vik Muniz, com sete painéis feitos com mais de 10 toneladas de sucata. As imagens retratam o entorno do edifício. 

No 5º, o Núcleo de Memória Institucional da Coleção Santander Brasil reuniu alguns móveis originais, produzidos pelo tradicional Liceu de Artes e Ofícios.

No setor de arte, o 22º e o 23º andares abrigarão sempre dois profissionais, um nacional e o outro estrangeiro, que abordarão um mesmo tema em temporadas de quatro meses. 

Na estreia, uma reflexão sobre paisagens. Os russos do coletivo Tundra apresentam a instalação The Day We Left Field. 

Em um ambiente com iluminação especial, sons diversos e paredes espelhadas, o grupo espalhou grama sintética no teto e no chão. 

No piso inferior, a paulistana Laura Vinci apresenta a instalação Diurna. Com as janelas abertas, são projetadas sombras de árvores nas paredes e espalhadas pela sala 150 folhas fundidas em latão e banhadas em ouro.


Peça de cristal com 13 metros de altura, 10 000 itens e 
1,5 tonelada foi restaurada (Leo Martins/Veja SP)

A curadoria dessa seção é do empresário Facundo Guerra, que adotou o conceito da arte imersiva, em que o visitante interage com as obras. 

“Com os celulares e as redes sociais, o público não se contenta mais em apenas ver os trabalhos”, diz. 

Para passear por lá, o visitante desembolsa 17 reais (com direito ao mirante) ou 20 reais (se quiser ver também a área de memória).

No pacote de entretenimento, o principal destaque é uma pista de skate projetada pelo campeão mundial Bob Burnquist. 

Localizada no 21º andar, ela conta com um percurso de street, a estrutura para iniciantes e avançados. 

Para andar ali será preciso pagar 50 reais por hora. No local também haverá aulas, com preço entre 120 e 200 reais.

O 25º piso abrigará um loft criado pelo premiado escritório de arquitetura Triptyque. Por uma diária de 4 000 reais, será possível hospedar-se no apartamento de 350 metros quadrados com vista panorâmica (as reservas serão feitas pelo Airbnb). 

O imóvel tem capacidade para abrigar cinco pessoas, e a estada inclui um guia turístico. 

A banda americana Foo Fighters, que se apresenta na capital em fevereiro, deve se instalar ali. 

Também será possível alugar o espaço para eventos com até cinquenta pessoas.


Móveis de executivos do Banespa, produzidos pelo Liceu de Artes 
e Ofícios, estarão expostos (Leo Martins/Veja SP)

No eixo de empreendedorismo, a Garimpo de Soluções coordena, no 8º andar, palestras quinzenais aos sábados para uma plateia de até 100 pessoas. 

A primeira ocorrerá no próximo dia 3, sobre moda sustentável, com Juliana Pirani, do eFitFashion, e Enrica Arena, da empresa italiana Orange Fiber.

O conjunto de atividades e atrações foi concebido para transformar o velho Altino Arantes em um novo ponto turístico na cidade. 

“A grandiosidade de São Paulo merecia um presente à altura”, afirma Marcos Madureira, vice-presidente executivo de comunicação, marketing, relações institucionais e sustentabilidade do Santander Brasil.

ESPIGÃO DE ATRAÇÕES

A distribuição das novidades que ocuparão os vários andares do famoso prédio da região central

Mirante

O ponto turístico ganhou vidros com sinalização das atrações da cidade, além de mesinhas na varanda do Suplicy Cafés Especiais

Pista de Skate

O campeão mundial Bob Burnquist projetou uma pista de street com capacidade para até quinze pessoas por hora

Vik Muniz

O artista plástico exibe sete painéis com retratos do prédio produzidos à base de 10 toneladas de sucata


O artista plástico Vik Muniz exibe sete painéis 
com retratos do prédio 
(Leo Martins/Veja SP)

Memória

Móveis de executivos do Banespa, produzidos pelo Liceu de Artes e Ofícios, estarão expostos

Lustre 

Peça de cristal com 13 metros de altura, 10 000 itens e 1,5 tonelada 
foi restaurada

Farol Santander. Rua João Brícola, 24, centro. www.farolsantander.com.br
Ter. a dom., 9h às 20h. 17 a 20 reais.

Luxo consciente: designer criciumense investe em acessórios sustentáveis




Barbara Barbosa

A preocupação com sustentabilidade alcançou também os acessórios femininos. Uma das provas de que a Moda passou a incorporar o novo modelo de produção baseado na sustentabilidade é o exemplo de uma empresa de semijoias de Criciúma. 

As peças são feitas a mão e seguem um rígido controle de produção, em relação à procedência dos materiais utilizados.

Movida pelo compromisso de aproveitar os recursos naturais com consciência, sem comprometer a disponibilidade para as futuras gerações, a designer Flávia Conti queria, ainda, oferecer acessórios que estivessem de acordo com tendências de moda, seguindo o design clean e minimalista. 

“A ideia surgiu não só como um ateliê de acessórios, mas também com uma preocupação enorme com o impacto que ela causa no mundo. 

Todo o sistema de produção segue o slow fashion, onde se valoriza a qualidade do material, a exclusividade do produto e em uma produção que seja o menos agressiva possível ao meio ambiente”, detalha.


Consumo Consciente

A oportunidade de investir nesse mercado surgiu após os conflitos que existem entre os segmentos. 

“A moda tem essa pegada muito descartável e até consumista. Para se ter uma ideia, 30% do lixo é tecido. 

A vida média de uma peça de roupa é de seis meses. Já na faculdade eu pensava em formas de fugir disso, sem perder de vista o lado fashion. Essa foi a solução que encontrei. 

Tanto é que caso você não queira mais a peça, é só nos enviar que reutilizamos o material”, aponta.

A própria designer fica à frente da criação e produção das peças em seu atelier. “Aqui, fazemos tudo com metal de liga de zinco e cobre, ambos de alta durabilidade. Os banhos são feitos a ródio, livre de níquel”, relata. 

O cuidado com os materiais reflete na saúde das consumidoras. ”Então não há riscos de alergias, bolhas e nem coceiras na pele. 

Como as peças são voltadas para mulheres modernas e atarefadas, temos que pensar em produtos versáteis que não incomodem e nem pesem”, arremata.

A seleção das pedras que compõem as joias também passa pelo rigor do conceito. 

“Não utilizamos pedras naturais, só sintéticas e metálicas. Justamente porque não sabemos se a cadeia produtiva dela também inclui o aspecto da sustentabilidade”, ressalta.


Controle do Processo

A dificuldade em mapear a procedência da extração das pedras impulsiona o trabalho da designer. 

“Trabalho escravo moderno, licenças ambientais burladas, poluição de rios, extração de partes ambientais junto à pedra, mineradoras extrativistas. 

Esses são alguns pontos que ficam por trás das peças e que muita gente não sabe. É disso que queremos ter certeza que não contribuímos”, discorre.


Próximos passos

Para estender a proposta às roupas, a designer já antecipa que uma linha de camisetas e bolsas está a caminho. “Para o ano que vem decidimos ampliar esse conceito para as roupas e bolsas também”, complementa ela. 

“É preciso uma mudança comportamental, de se questionar o que há por trás de cada produto. 

O consumo tem de ser consciente”, aponta Flávia.

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Por Gabriele Kull

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Jogos Olímpicos de 2020: Japão tem projeto de criar medalhas à partir de eletrônicos descartados

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Jogos Olímpicos de 2020: Japão tem projeto de criar medalhas à partir de eletrônicos descartados

Os organizadores dos Jogos Olímpicos de 2020 em Tóquio visam produzir as medalhas de ouro, prata e bronze à partir dos metais encontrados em smartphones e outros eletrônicos descartados, de acordo com um relatório do Asian Nikkei. 
O objetivo é que um regime deste tipo ajudaria a aumentar a consciência da sustentabilidade, embora o Japão precisa implementar um sistema mais abrangente para o recolhimento desses materiais.
De acordo com o Nikkei, o ouro e a prata contida em produtos eletrônicos descartados do país são responsáveis ​​por 16% a 22% da oferta global, respectivamente, e o seu fornecimento deveria ser suficiente para produzir medalhas olímpicas. 

As medalhas concedidas aos atletas nos Jogos de 2012 foram produzidas com auxílio de 9,6 kg de ouro, 1.210 quilos de prata e 700 quilogramas de cobre. Em 2014, o Japão recuperou 143 kg de ouro, 1.566 quilos de prata e 1.112 toneladas de cobre à partir de dispositivos descartados, de acordo com Nikkei. 
“Para que todos os japoneses participem dos Jogos Olímpicos de Tóquio, estamos pedindo às empresas para elaborarem uma proposta para coleta de concreto. 
Para isso, gostaria de trabalhar em conjunto com o Comitê Organizador Olímpico”, disse Yuko Sakita, da ONG Genki Net para a criação de uma Sociedade Sustentável. 
A ONG organizou a reunião de junho, que foi assistida por organizadores dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos, assim como representantes de tecnologia e mineração.
O lixo eletrônico tornou-se uma grande preocupação para os grupos ambientais, com a ONU descrevendo-o como “um dos fluxos de resíduos de mais rápido crescimento do mundo” em ambos os países desenvolvidos e em desenvolvimento. 

Um relatório em 2013 projetou que o volume mundial de lixo eletrônico aumente em 33% até 2017, contribuindo para a presença de materiais tóxicos como chumbo, mercúrio, cádmio no solo e na água.
De acordo com o Nikkei, no Japão gera cerca de 650.000 toneladas de lixo eletrônico a cada ano, embora menos de 100.000 toneladas são coletadas – e muito desse montante vai para a produção de novos componentes eletrônicos. 
Muitos municípios no Japão ficaram aquém dos objetivos de recolha fixados pelo Ministério do Meio Ambiente, mas a esperança é que esse projeto com as medalhas olímpicas poderiam incentivar a reciclagem.
Fonte: The Verge
Foto: FreeImages

O que é o Mercado Livre de Energia? Vantagens para a sua Empresa!

As vantagens do Mercado Livre de Energia para sua Empresa

Por Gilbert Simionato






O que podemos fazer pela sua Empresa?

Soluções para os Sistemas de Distribuição, Utilização e Medição de Energia Elétrica.


Como funciona o mercado livre de energia?


Produtores entregam e recebem energia ao sistema, em seu centro de gravidade, assumido parcela das perdas entre o ponto de geração e este centro de gravidade.

Consumidores, de forma análoga, entregam e recebem energia ao sistema, em seu centro de gravidade, assumido parcela das perdas entre este centro de gravidade e o ponto de consumo.

O sistema garante oferta e qualidade do produto.

Diferenças entre o contratado e o produzido ou consumido são liquidadas pelo Preço de Liquidação de Diferenças (PLD), definido em 4 submercados e 3 patamares de carga, por modelo computacional. 

Esta liquidação é feita pela CCEE.

Contratos protegem os agentes do preço de curto prazo e são obrigatórios para 100% da carga, sem restrições de prazo no caso do mercado livre. Contratos podem ser registrados após a medição do consumo efetivo. 

A não comprovação, além da exposição ao pagamento do PLD, implica no pagamento de penalidades para falta de lastro de contratos de energia e potência.

Quem pode ser livre?

A legislação atual estabelece que uma unidade consumidora entendida como ponto de medição, que poderá optar por ser “livre” quando cumprir seu contrato de fornecimento vigente com a concessionária local e deverá atender a uma das condições abaixo:

Ser atendido com tensão igual ou superior a 69 kV e ter demanda de, no mínimo, 3 MW

Ter demanda de, no mínimo, 3 MW e ter sido ligado após 08 de Julho de 1995, independentemente da tensão de fornecimento

Ter demanda de, no mínimo, 500 kW, com qualquer tensão de fornecimento, podendo comprar energia diretamente de "pequenas centrais hidrelétricas – PCHs" ou de outras fontes, tais como eólica, biomassa ou solar. 


Quais as vantagens em se optar pelo mercado livre?

Possibilidade de...

Negociar o preço de energia;

Adequação dos montantes contratuais e preços ao perfil de uso diário, mensal e anual de energia;

Efetuar contratações de curto, médio e longo prazo, dependendo das condições da atividade desenvolvida e do nível de preço conjuntural da energia;

Negociar a associação da compra de energia com a prestação de serviços adicionais.


Setor Elétrico Tradicional

Até alguns anos atrás a geração, a transmissão, que compreende o transporte de energia das usinas até as concessionárias, a distribuição e a venda de energia elétrica eram feitas por empresas federais ou estaduais que detinham monopólio em todas as etapas do fornecimento de energia elétrica.

Desta forma, a partir do momento em que o cliente se instalava em determinada localidade, tudo o que envolvia energia elétrica estava submetido à legislação vigente, em que a concessionária conectava o cliente e não havia negociação de preços. 
Nossos serviços:

Por meio de profissionais e consultores com comprovada experiência técnica, comercial e financeira, atuamos no "start-up" de acessantes de medição e consumidores livres.

Parcerias e soluções técnicas para a construção de linhas de transmissão, subestações, PCH's-Pequenas Centrais Hidrelétricas e Parques Eólicos;

Estudos de viabilização, pareceres de acesso, tramitação de documentos perante os orgãos governamentais e concessionárias.

Já realizamos a adequação do sistema de medição de faturamento de acordo com as regras da CCEE/ONS para várias Empresas.

Ressaltamos ainda que os sistemas de medição contemplam ainda os canais de comunicação com os agentes conectados (concessionárias) e o canal de auditoria da CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica). 

Alguns clientes atendidos:

Cervejarias Kaiser Brasil Ltda. - Unidade de Ponta Grossa/PR.
Cervejarias Kaiser Brasil Ltda. - Unidade de Gravataí/RS.
Masisa do Brasil Ltda. - Ponta Grossa/PR.




Para mais informações entre em contato conosco: 


Cel. Whats: PR - 42-99944-8892

Moda, Sustentabilidade e Indústria 4.0 são os destaques do Inspiramais Verão 2019

  • Escrito por  Cimey Gadelha




Resistência é o tema inspirador para o Verão 2019 que poderá ser apreciado no Projeto Conexão Inspiramais e durante a palestra ministrada pelo coordenador do Núcleo de Design da Assintecal, Walter Rodrigues, nos dias 16 e 17 de janeiro durante o Inspiramais - Salão de Design e Inovação de Materiais, em São Paulo. 

Outros projetos expostos durante o Salão anteciparão o Inverno 2019, como Preview do Couro, + Estampa, Referências Brasileiras.

Fabricantes de moda e design do Brasil, Europa e América Latina terão a oportunidade de conferir, no mesmo espaço, o lançamento de mais de 900 materiais para a estação, dentre componentes, tecidos, estampas, sintéticos, couros, saltos, enfeites, aviamentos e outros itens. 

Com entrada gratuita para profissionais do setor, o Inspiramais tem o desafio de buscar e fortalecer o desenvolvimento de produtos com identidade 100% brasileira, num momento que a indústria entra em contato com as matérias primas para a indústria de calçados, confecções, têxtil, componentes, móveis, joias e outros setores produtivos, que buscam inspiração para o desenvolvimento de suas coleções.

Entre os destaques do Inspiramais está a apresentação da planta-modelo de Confecção 4.0 do SENAI CETQT. 

O projeto marca a integração entre os espaços virtual e físico – ligando consumidor, produtos, máquinas, softwares, sistemas produtivos e a cadeia de suprimentos e distribuição. 

O protótipo, criado pelo SenaiCetiqt, com apoio da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção), foi inaugurado durante a Convenção de Moda Internacional ApparelFederation (IAF), que aconteceu no Rio de Janeiro, em outubro último. 

Seu objetivo é demonstrar como funcionará esta nova indústria, tornando possível visualizar uma operação que está sendo implantada no setor.

Os visitantes terão acesso também a uma programação dedicada à sustentabilidade, conhecendo, por exemplo, com o projeto Origem Sustentável, lançamentos em produtos sustentáveis para as industrias de confecção e calçados.

Sem dúvidas o Inspiramais é principal Salão do gênero na América Latina e uma ótima oportunidade para que representantes dos principais polos produtivos de calçados, confecções, couro, têxtil, artefatos, joias e móveis entrarem em contato direto com o que há de mais moderno em inspirações e que serão transformadas em produtos inovadores para Verão e Inverno 2019.

O salão é promovido pela Assintecal, ByBrasil – Components and Chemicals, ABIT, TexBrasil, CICB, BrazilianLeather, SEBRAE e Apex-Brasil; tem patrocínio da Cipatex, Brisa, Intexco, Altero, Branyl, Caimi&Liaison, Havir, Bertex, York, Colorgraf, Cofrag, Britânnia Têxtil, WOLSFTORE, SappiDinaco, ENDUTEX, Grupo Lunelli e Tecnoblu e apoio da ABEST, ABICAV, Abicalçados, IBGM, IBB, In-Mod, ABV-Tex, Ápice e Abimovel.

Luan Santana estrela clipe em prol do meio ambiente ao lado de Jennifer Hudson e Pixie Lott



On Top of the World foi produzido para anunciar uma série de iniciativas de energia limpa em todo o mundo.

Por: Estado de Minas


Cantor é o representante brasileiro no projeto da multinacional. 
Foto: YouTube/Reprodução


A Shell e um grupo de estrelas internacionais apresentam um novo videoclipe, Na sexta-feira (1º), a para anunciar uma série de iniciativas de energia limpa em todo o mundo. 



On top of the world é estrelado por cinco cantores globais, entre eles Luan Santana, Jennifer Hudson, a britânica Pixie Lott, a nigeriana Yemi Alade, além da indiana Monali Takur. 

O vídeo, que traz cover da música originalmente cantada pela banda Imagine Dragons, ainda usa animação para demostrar o impacto de projetos de energia limpa em todo o mundo, como Brasil, China, Estados Unidos, Quênia, Índia, Alemanha e Reino Unido. 

"O planeta precisa de novas formas de criar e usar energia mais limpa. 

Mais do que isso: precisa de iniciativas e projetos que ajudem a melhorar o acesso a essas fontes de energia.

Atingir essa meta exigirá mais do que uma tecnologia ou uma pessoa, precisará de muito trabalho em conjunto", diz o texto explicativo sobre o projeto, publicado no site da Shell.



Assista ao vídeo:



Fonte: www.diariodepernambuco.com.br